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6ª Edição do Target Gender Equality

ESTÃO ABERTAS AS CANDIDATURAS PARA O PROGRAMA ACELERADOR TARGET GENDER EQUALITY

Inscreva-se

Porquê aderir?

As provas são claras: as empresas com uma maior representação de mulheres na força de trabalho têm lucros anuais mais elevados, ações mais valorizadas e melhor aquisição e retenção de talento.

Através de uma análise de desempenho acompanhada, workshops de capacitação, aprendizagem entre pares e diálogo entre múltiplas partes interessadas a nível nacional e internacional, as empresas participantes no Target Gender Equality têm a oportunidade de aprofundar a implementação dos Women’s Empowerment Principles e reforçar o seu contributo para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Este programa acelerador UN Global Compact tem como objetivo apoiar as empresas na implementação de ações significativas em relação ao ODS 5.5, que apela à igualdade de representação, participação e liderança das mulheres nas empresas a nível mundial, e ao ODS 8.5, que visa alcançar a igualdade de remuneração por trabalho de igual valor até 2030.

As empresas participantes beneficiam de acesso aos mais recentes dados e investigação que apoiam o business case para a igualdade de género, recebem informação de parceiros e especialistas da ONU sobre como acelerar o progresso na igualdade de género e desenvolvem um plano de acção para pôr em prática as suas aprendizagens.

Benefícios

  • A experiência para navegar na legislação em constante evolução sobre igualdade de género e posicionar a sua empresa como líder em conformidade com as melhores práticas.
  • Conhecimentos e estratégias para criar uma adesão interna ao tema e promover o compromisso com a igualdade de género na sua organização.
  • Conhecimentos sobre temas emergentes e pouco conhecidos da igualdade de género, como a liderança inclusiva e a redução das desigualdades salariais entre homens e mulheres
  • Ferramentas práticas e melhores práticas para medir e abordar as lacunas de igualdade de género na sua organização
  • Acesso a uma rede de colegas, parceiros da ONU e especialistas para apoiar o seu percurso em matéria de igualdade de género

Testemunhos

  • Ana Romualdo

    Ana Romualdo
    Corporate HR Director, Colquímica Adhesives

    “A participação da Colquímica Adhesives no programa Target Gender Equality e o nosso envolvimento com os Women’s Empowerment Principles vieram enriquecer a nossa abordagem à igualdade de género. Desde o início, o TGE proporcionou-nos uma estrutura clara e ferramentas práticas para avaliar e melhorar as nossas práticas internas de igualdade de género. “

  • Inês Sequeira Mendes

    Inês Sequeira Mendes
    Managing Partner, Abreu Advogados

    "A participação no programa formativo TGE foi primordial para continuarmos a definir metas, monitorizar indicadores e investir em políticas e ações, que nos permitam continuar a melhorar o nosso posicionamento quanto ao ODS 5 - Igualdade de Género.”

  • Sílvia Correia

    Sílvia Correia
    Diretora de Gestão de Recursos Humanos,CTT

    "A participação no TGE veio contribuir com ferramentas diferenciadoras e de aplicabilidade prática para atuar num paradigma de performance e constante desenvolvimento das Pessoas CTT contribuindo para alcançar os vários objetivos que traçámos e dos quais destacamos: alcançar a paridade de género em cargos de gestão até 2025.”

  • Anabela Magalhães

    Anabela Magalhães
    Diretora de Recursos Humanos, EFACEC

    "A participação noTarget Gender Equality foi fundamental para uma maior consciencialização das nossas ações com vista a uma mais célere promoção de um contexto de trabalho mais inclusivo”.

Mais de 2,000 empresas em 61 países participaram no programa até à data, e estão a desbloquear barreiras ao progresso, aumentar a ambição empresarial e a fazer progressos duradouros e mensuráveis:


  • 96%

    Dos participantes recomendariam o programa Target Gender Equality aos seus pares

  • 99%

    Um ano após a conclusão do programa

    participantes afirmam que beneficiaram da participação no Target Gender Equality Accelerator.

Programa


O programa decorre virtualmente com sessões presenciais ocasionais e é complementado por ferramentas interativas de e-learning, e oportunidades opcionais de envolvimento virtual regional e global.

Outros elementos do programa incluem:

  • Webinar de onboarding para conhecer os seus pares
  • Análise de desempenho e discussão de resultados agregados com base na ferramenta WEPs Gender Gap Analysis Tool e em workshops sobre Desenvolvimento de Políticas
  • Três workshops de capacitação globais com Peritos
  • Um Guia para Planeamento de Ações para apoiar os participantes a aplicar os conhecimentos dentro do contexto de cada empresa
  • Acesso exclusivo a ferramentas práticas, coleções de boas práticas e oportunidades de aprendizagem através da Academia UN Global Compact
  • Eventos globais de alto nível incluindo a "Countdown to International Women's Day" em fevereiro
  • Oportunidades de advocacy para, em conjunto, elevarmos a fasquia da igualdade de género

Eligibilidade

Para poderem participar no Target Gender Equality, as empresas devem ser membros do UN Global Compact ou estar dispostas a aderir e satisfazer os seguintes critérios:

  • Atualmente envolvidas com uma Rede Nacional do UN Global Compact ou dispostas a aderir
  • Capacidade para designar dois representantes para participarem nas sessões e atividades do Acelerador, com um representante adicional a nível executivo para acompanhar os desenvolvimentos do programa, oferecer apoio e participar em eventos de alto nível
  • Pronto para participar numa autoavaliação utilizando a ferramenta dos Women’s Empowerment Principles para descobrir lacunas e oportunidades de igualdade de género nas suas operações, cadeias de abastecimento e comunidades
  • Empenhado em desenvolver um plano de ação para abordar as oportunidades e os riscos de igualdade de género identificados durante a autoavaliação
  • Comprometer-se a concluir o programa e a integrar as aprendizagens sobre igualdade de género na estratégia, operações e cultura da sua empresa

Timeline

  • Inscrição
    das empresas

    12 março 2025 a 31 maio 2025

  • Início
    do Programa

    setembro 2025

  • Conclusão
    do Programa

    março 2026

Inscrição

Para fazer a inscrição, preencha o formulário ou contacte a Global Compact Network Portugal através do email This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Apresentação dos resultados da primeira fase da Task Force Descarbonização Azul

No passado dia 25 de junho, o United Nations Global Compact Network Portugalapresentou os resultados da primeira fase da Task Force Descarbonização Azul (TFDA),numa reunião fechada realizada no Centro Ismaili, em Lisboa, que reuniurepresentantes de entidades públicas, empresas, instituições financeiras eespecialistas do setor marítimo-portuário nacional.
 
Ao longo da conferência, foram debatidos temas fundamentais para esta transição,nomeadamente o papel da energia e das infraestruturas portuárias, a inovaçãotecnológica, a eficiência operacional e mecanismos de financiamento à transiçãoenquanto pilares essenciais para a transformação do setor.

A sessão de abertura contou com a intervenção de
Mário Parra da Silva, Chair of theBoard do UN Global Compact Network Portugal, seguindo-se a apresentação dosresultados e recomendações da TFDA por Anabela Vaz Ribeiro, Executive Director doUN Global Compact Network Portugal.
 
O debate sobre “Energia e Infraestruturas Portuárias: Os Alicerces da Transição Azul”contou com os contributos de Marisa Lameiras da Silva, Diretora-Geral da DGPM -Direção-Geral de Política do Mar, Luisa Menano de Figueiredo, Chief TransformationOfficer da Transinsular; António Pessoa, Marine Engineer da TecnoVeritas Services ofEngineering and Systems Technology; Daniel Maré Dias, Vertical Account Manager daSiemens Transport (Air, Rail, Land and Sea); e Jaime Puna, Administrador da APS -Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A.
 
O segundo painel, “Investir na Transição Azul: Soluções Inovadoras deFinanciamento”, contou com as perspetivas de Raquel Policarpo, Sustainability Officerdo Banco Montepio; Marisa Costa, Head of Sustainability da MysticInvest Holding;Pedro Amaral Frazão, Assessor do Presidente do Grupo Sousa, Investimentos SGPS,Lda; e Mário Pinho, Secretário-Geral da AI Navais- Associação das Indústrias Navais.
 
Opainel foi moderado por Joana Anastácio, do UN Global Compact Network Portugal.A conferência contou com uma intervenção do Professor Salvador Malheiro, Secretáriode Estado das Pescas e do Mar, que reforçou a importância alinhar prioridades emobilizar a ação, em particular para a 2ª fase da TFDA.
 
Veja as fotografias do evento aqui.

Saiba mais sobre a
2ª fase da TFDA aqui.

 

Apresentação dos Resultados da Task Force Descarbonização Azul

  • Hora: 14h30 - 18h00
  • Data Evento: 25-06-2026
  • Formato: Presencial
  • Morada: Centro Ismaili Av. Lusíada 1, 1500-650 Lisboa
  • Local: Centro Ismaili de Lisboa
  • event_name: Apresentação dos Resultados da Task Force Descarbonização Azul
  • tipo: Conferência

A descarbonização do setor marítimo constitui um importante desafio para a transição climática e uma prioridade estratégica para Portugal, atendendo à relevância económica, logística e energética das atividades ligadas ao mar.

Neste contexto, a Task Force Descarbonização Azul (TFDA), iniciativa do UN Global Compact Network Portugal, reuniu ao longo dos últimos meses representantes de diferentes entidades do setor marítimo-portuário nacional, com o objetivo de identificar desafios, oportunidades e prioridades para acelerar a transição sustentável do setor.

Este evento tem como principal objetivo apresentar os principais resultados e recomendações desenvolvidos no âmbito deste trabalho colaborativo, promovendo um momento de reflexão conjunta entre entidades públicas, privadas e académicas sobre os caminhos para a descarbonização do setor marítimo em Portugal.

 

Programa

 

14h15 | Receção dos Participantes

14h30 - 14h50 | Abertura

Mário Parra da Silva, Chair of the Board do UN Global Compact Network Portugal

14h50 - 15h10 | Rumo a um Setor Marítimo Sustentável

Marisa Lameiras da Silva, Diretora-Geral da Direção-Geral Política do Mar

15h10 - 15h30 | Uma Agenda Comum para a Descarbonização Azul: Resultados e Recomendações

Anabela Vaz Ribeiro, Executive Director do UN Global Compact Network Portugal

15h30 - 16h30 | Energia e Infraestruturas Portuárias: Os Alicerces da Transição Azul

Luísa Menano Figueiredo, Chief Transformation Officer da Transinsular

António Pessoa, Marine Engineer da Tecnoveritas

Daniel Maré Dias, Vertical Account Manager da Siemens Transport (Air, Rail, Land and Sea)

Jaime Puna, Administrador da Administração dos Portos de Sines e do Algarve

Moderadora: Joana Santos Anastácio, UN Global Compact Network Portugal

16h30 - 17h30 | Investir na Transição Azul: Soluções Inovadores de Financiamento 

Raquel Policarpo, Sustainability Officer do Banco Montepio

Marisa Costa,  Head of Sustainability da MysticInvest Holding

Pedro Frazão, Assessor do Presidente do Grupo Sousa

Mário Pinho, Secretário-Geral da Associação das Indústrias Navais

Moderadora: Anabela Vaz Ribeiro, Diretora Executiva do UN Global Compact Network Portugal

17h30 - 17h45 | Encerramento

Professor Salvador Malheiro, Secretário de Estado das Pescas e do Mar

17h45 - 18h00 | Networking Coffee

Curso Anticorrupção e Integridade na Academia Portugal

Para inaugurar a nova Academia UN Global Compact Network Portugallançamos, em parceria com o Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC), o curso e-learning "Anticorrupção e Integridade", um conteúdo prático e acessível para quem quer compreender melhor o fenómeno da corrupção e reforçar uma cultura de integridade na sua organização.  

Este curso destina-se a profissionais que pretendem compreender como a integridade pode ser integrada nas estratégias empresariais e aplicada de forma eficaz nos processos internos, contribuindo para organizações mais responsáveis, resilientes e alinhadas com as expectativas nacionais e internacionais em matéria de anticorrupção.

inscrição é aberta para todos os interessados e o curso é disponibilizado em formato de e-learning.

Ao longo do curso são explorados os fundamentos da corrupção e da integridade, os principais enquadramentos internacionais e nacionais, incluindo o Regime Geral de Prevenção da Corrupção, e o impacto que estes têm no dia a dia das empresas.

 

Dialogue for Change

  • Imagem Destaque HP:
  • Tit header HP: Global Compact
  • Sub Tit: Iniciativa especial do Secretário-Geral das Nações Unidas dedicada à sustentabilidade

Programa específico para apoiar os líderes em sustentabilidade e comunicação a construir o business case e mobilizar a ação para a sustentabilidade.

O aumento do escrutínio sobre as empresas, as barreiras e reações negativas a tópicos de sustentabilidade tornam o business case mais complexo e dificultam a condução de conversas construtivas. Para promover uma mudança é necessário atuar sobre a nossa capacidade de comunicar com clareza, confiança e propósito – conciliando perspetivas diversas para construir consensos. Um exercício prático de diplomacia interna.

A UN Global Compact Network Portugal e a Impact lançam este programa concebido para apoiar os líderes pelo desempenho em sustentabilidade (senior sustainability heads, sustainability officers, sustainability professionals, communication leads and specialists) a mobilizar a ação dentro das suas organizações, envolvendo eficazmente diferentes áreas e interlocutores. O programa desenvolve competências interpessoais essenciais para aproximar interesses diversos e construir consensos, promover diálogos construtivos, desconstruir barreiras, criar confiança e diplomacia nas relações interpessoais - fatores determinantes para gerar compromisso interno, acelerar a implementação de práticas sustentáveis e consolidar um business case robusto para a sustentabilidade.

Benefícios do programa

  • Compreender o seu papel na promoção da mudança através do diálogo; 
    • Perceber como potenciar a sua equipa e a sua rede pessoal; 
    • Encontrar o equilíbrio certo entre “pedir” e “informar”; 
    • Reduzir preconceitos e sintonizar-se com o que as pessoas estão realmente a comunicar; 
    • Fazer perguntas que revelem novas perspetivas e desbloqueiem soluções; 
    • Aprender a expressar a sua opinião e a dar feedback pessoal com confiança, assertividade e diplomacia, reforçando a capacidade de envolver colegas e partes interessadas e de sustentar o business case da sustentabilidade dentro da empresa. 

Porquê aderir?

Programa Dialogue for Change proporciona maior consciência, técnicas práticas e ferramentas para conduzir conversas individuais e de grupo — desde interações informais até reuniões estratégicas — ajudando os participantes a lidar com situações complexas com clareza, empatia e uma atitude diplomática que favorece o alinhamento organizacional. 

Timeline

  • Inscrição de empresas

    1

    Até 31 de janeiro 2026

  • Início do Programa

    2

    11 de fevereiro 2026

  • Conclusão do Programa

    3

    Março 2026

Saiba Mais

Este programa encontra-se também disponível em inglês. Contacte This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. para mas informações.

Digital Integrity Hub

  • Imagem Destaque HP:
  • Tit header HP: Digital Integrity Hub
  • Sub Tit: Adira a esta iniciativa

 

 

ODigital Integrity Hub é umaação coletiva multistakeholder para responder aosriscos de corrupção sistémicos que emergem da transformação digital da economia. Estes riscos não se limitam atualmente a práticas individuais, mas estão incorporados nos própriossistemas digitais, arquiteturas tecnológicas, cadeias de valor, modelos de intermediação e estruturas de mercado.

Está ancorada em convenções das Nações Unidas e outros instrumentos internacionalmente reconhecidos.

O seu âmbito são as indústrias digitais, abrangendo empresas de software e serviços digitais, fornecedores de telecomunicações e conectividade, modelos de negócio baseados em plataformas e empresas orientadas por gestão de dados e qualificadas para a tecnologia.

Objetivos

Promover a integridade nos processos de transformação digital, reduzindo riscos de integridade sistémica através da ação coletiva, da transparência, do reforço da governação e da responsabilidade partilhada entre empresas, setor público e sociedade.

  • Integridade

    Elevar a integridade empresarial no discurso global e regional promovendo o diálogo político público-privado e o envolvimento das empresas em fóruns anticorrupção importantes

  • Ação Coletiva

    Alargar a abordagem da Ação Coletiva Anti-Corrupção, permitindo que as Redes Nacionais do UN Global Compact atuem a nível nacional

  • Prevenção

    Desenvolver competências dos profissionais e equipas de compliance para melhorar a integridade empresarial, prevenindo e combatendo a corrupção na empresa e em toda a cadeia de abastecimento

Compromissos das Empresas

  • 1) Adesão à Ação Coletiva Digital Integrity Hub

    • Compromisso com a Ação Coletiva e designação de até dois representantes para a iniciativa.;

    • Participação nas atividades do grupo de trabalho, com as empresas e as entidades parceiras;

    • Oportunidade de participação da empresa em diversos fóruns internacionais, tal como a COSP - Conferência dos Estados Partes da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, em 2027.

    • Envolvimento nas atividades até 2028;

    • Não envolve compromissos financeiros, exceto no caso de viagens e estadas.

     

  • 2) Envolvimento em ações de capacitação

    • Participação dos representantes da empresa numa ação de capacitação sobre “Ações Coletivas”, promovida pelo UN Global Compact Network Portugal;

    • Possibilidade de envolver outras pessoas das equipas relevantes, na empresa.

     

  • 3) Envolvimento no grupo de trabalho

    O grupo de trabalho vai abordar os riscos sistémicos de integridade, procurando soluções coletivas para melhorar a transparência e a integridade.

    As atividades chave, são:

    • Mapeamento dos riscos sistémicos associados à transformação digital, o que envolve pesquisa bibliográfica e a aplicação de um survey

Adesão

A participação e envolvimento na iniciativa encontra-se isenta de custos e aberta a todas as empresas interessadas.

O seu âmbito são as indústrias digitais, abrangendo empresas de software e serviços digitais, fornecedores de telecomunicações e conectividade, modelos de negócio baseados em plataformas e empresas orientadas por gestão de dados e qualificadas para a tecnologia.

Tem interesse em aderir ao Digital Integrity Hub? Preencha o seguinte formulário:

Aderir

Parceiros Estratégicos

A Ação Coletiva para a Integridade Empresarial, designada em Portugal como Digital Integrity Hub, é apoiada pela Evolve Funding Round da Iniciativa de Integridade da Siemens, Siemens Integrity Initiative.

Entidades Participantes

Fazem parte desta Ação Coletiva as seguintes entidades:

  • ACEESA - Associação Centro de Estudos de Economia Solidária do Atlântico
  • Auchan Retail Portugal
  • CSO - Chief Security Officers
  • Finsolutia
  • GS1 Portugal - CODIPOR
  • INCM - Imprensa Nacional Casa da Moeda
  • Introsys - Global Control Systems Designers
  • JAVALI
  • MENAC - Mecanismo Nacional Anticorrupção
  • OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude
  • Paul Stricker
  • Siemens, S.A.
  • UpHold

Contactos

This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.  |  (+351) 912 549 843

Estão abertas as inscrições para o Business & Human Rights Accelerator!

O Global Compact Network Portugal tem o prazer de anunciar o lançamento da edição de 2027 do Business & Human Rights Accelerator, um programa de seis meses* que permite às empresas participantes do UN Global Compact, de todos os setores e regiões, passar do compromisso à ação no domínio dos direitos humanos e dos direitos laborais.

Desenvolvido originalmente em 2022, o UN Global Compact Business & Human Rights Accelerator já alcançou mais de 6.000 participantes e 3.000 empresas em todo o mundo. Agora, na sua 5.ª edição, este programa oferece às empresas a orientação e as ferramentas necessárias para estabelecer um processo contínuo de devida diligência em matéria de direitos humanos e assegurar o cumprimento da sua responsabilidade de respeitar os direitos humanos.

*Esta edição do Programa BHR terá uma duração de 3 a 6 meses, consoante a Rede Nacional do UN Global Compact. No UN Global Compact Network Portugal, o programa terá a duração de 6 meses.

O que irá obter

  • Um Plano de Ação prático para abordar os riscos mais relevantes em matéria de direitos humanos e direitos laborais.
  • Um ponto de partida claro para a jornada da sua empresa no domínio dos direitos humanos e das responsabilidades que lhe estão associadas.
  • Riscos e impactos prioritários identificados ao longo da sua cadeia de valor.
  • Uma abordagem contínua de devida diligência, alinhada com os Princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos.
  • Preparação para a evolução dos requisitos relacionados com a devida diligência em matéria de direitos humanos.
  • Reforço do envolvimento com as partes interessadas e dos mecanismos de reparação para dar resposta aos impactos sobre as pessoas.
  • Uma rede de pares, parceiros das Nações Unidas e especialistas para apoiar a continuidade da ação.
  • Um certificado de conclusão, que reconhece a sua participação no Accelerator.

Junte-se a centenas de empresas participantes em todo o mundo no Business & Human Rights Accelerator 2027, alinhe os esforços da sua empresa em matéria de direitos humanos com as normas internacionais e prepare a sua organização para navegar, com confiança, num contexto legislativo e regulamentar em constante evolução.

Como se inscrever

As inscrições para o Business & Human Rights Accelerator estão agora abertas às empresas participantes do UN Global Compact.

Não se esqueça de utilizar o endereço de email da sua empresa no momento da inscrição.

Saiba mais e inscreva-se hoje!

Para qualquer dúvida, contacte This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Evento reuniu empresas, investidores e financiadores para discutir o futuro do ESG nos mercados financeiros

ESG nas decisões de investimento em debate na Euronext Lisbon

Contexto

A Euronext Lisbon recebeu o evento “Critérios de sustentabilidade nas decisões de investimento”, promovido pela UN Global Compact Network Portugal e pelos Principles for Responsible Investment (PRI), reunindo investidores, financiadores e empresas multissetoriais para debater o papel crescente dos critérios ESG nas decisões de investimento e financiamento.

O encontro proporcionou um espaço de reflexão sobre a evolução da integração ESG nos mercados financeiros, os desafios regulatórios e operacionais associados à sustentabilidade e as oportunidades emergentes no contexto do financiamento sustentável.

Abertura

A sessão de abertura contou com as intervenções de Isabel Ucha, Chief Executive Officer da Euronext Lisbon, Mário Parra da Silva, Chair of the Board da UN Global Compact Network Portugal, e Antonio Santoro, Head of Southern Europe dos Principles for Responsible Investment.

As intervenções destacaram a crescente relevância dos fatores ESG na criação de valor a longo prazo, bem como a necessidade de reforçar o alinhamento entre investidores, empresas e enquadramento regulatório para acelerar a transição sustentável.

Painel 1 | O estado da arte da integração de critérios ESG, financiamento e investimento

O primeiro painel centrou-se na evolução da integração de critérios ESG nas decisões de investimento e financiamento, tanto do ponto de vista dos investidores como das empresas cotadas.

Ao longo da discussão, foi abordada a evolução da perceção dos critérios ESG, cada vez mais entendidos não apenas como ferramenta de mitigação de risco, mas também como fator de criação de valor e reforço da atratividade das empresas junto dos investidores.

O debate incidiu igualmente sobre os desafios associados à integração ESG nas decisões de investimento, incluindo a recolha e qualidade dos dados, a crescente exigência dos investidores relativamente a transparência, metas e evidência de progresso, bem como o impacto da integração ESG no acesso e custo do financiamento.

Foram ainda discutidas as perspetivas futuras do enquadramento regulatório europeu, incluindo a revisão da SFDR e a implementação da CSRD, com especial destaque para o conceito de dupla materialidade e o seu impacto nas decisões estratégicas e de investimento das empresas.

O painel contou com a participação de Rui Nunes, Diretor de Investimentos Multiativos e Sustentabilidade da CGD Gestão de Ativos, Sara Goulartt, Sustainability Senior Director da EDP, Conceição Carrapeta, Sustainable Finance Global Director da Jerónimo Martins, e Madalena Teixeira, Senior Portfolio Manager do BPI Vida e Pensões, com moderação de Sandra Cardoso, Diretora no Departamento de Emitentes da CMVM.

Painel 2 | Integração ESG nos mercados privados locais: onde estão as oportunidades?

O segundo painel focou-se na integração ESG nos mercados privados locais e nas oportunidades emergentes para empresas e investidores.

A discussão abordou a crescente exigência dos investidores em matéria ESG, a integração destes critérios ao longo do ciclo de investimento e os desafios associados à disponibilidade e qualidade dos dados ESG.

Foram igualmente debatidos temas relacionados com o equilíbrio entre diferentes frameworks de reporte, os requisitos exigidos por investidores internacionais e a evolução de uma abordagem predominantemente orientada para compliance para uma lógica mais estratégica e geradora de valor.

Do lado empresarial, discutiram-se ainda os desafios concretos no acesso a financiamento sustentável e a capacidade de resposta das empresas às crescentes expectativas ESG do mercado.

O painel contou com a participação de António Lobato Faria, Head of ESG da Crest Capital Partners, e Ana Vale, Head of Sustainability da Introsys, com moderação de Ricardo Ferro, Vice-presidente da APEE.

Faça parte da mudança: Inscreva-se na 2.ª Fase da Task Force Descarbonização Azul

A 2.ª fase da Task Force Descarbonização Azul (TFDA) pretende transformar as prioridades identificadas na primeira fase em ação, recomendações operacionais e soluções concretas para acelerar a descarbonização do setor marítimo-portuário.

Nesta nova fase, a TFDA irá promover a partilha de conhecimento e experiências internacionais, reforçar a colaboração entre empresas e organizações da economia azul e dar maior projeção às entidades nacionais nos principais fóruns europeus e internacionais.

Os trabalhos serão desenvolvidos em torno de quatro eixos temáticos:

  • Digitalização dos Portos
  • Infraestruturas & Energia
  • Descarbonização das Pescas e das Atividades Marítimo-Costeiras
  • Mecanismos de Financiamento e Planos de Transição

A participação nesta plataforma significa contribuir para a construção das soluções que irão moldar o futuro do setor.

Quer fazer parte desta iniciativa?

Preencha o formulário

Grupo Visabeira e TMG Automotive participam em reunião com mais de 50 Chief Sustainable Officers no Parlamento Europeu, em Bruxelas

Na semana passada, o UN Global Compact reuniu, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, mais de 50 Chief Sustainability Officers (CSOs), líderes empresariais e representantes institucionais no âmbito da European Chief Sustainability Officer (CSO) Platform, uma iniciativa do Regional Hub Europe do United Nations Global Compact dedicada a promover a partilha de conhecimento, o diálogo estratégico e a ação coletiva em torno do futuro da sustentabilidade empresarial na Europa.

A delegação do United Nations Global Compact  Network Portugal contou com a participação de Nuno Lima, Head of Sustainability da TMG Automotive e de Jenny Howe, Head of Sustaianbility do Grupo Visabeira.

As reuniões abordaram temas fulcrais para a competitividade e resiliência das empresas europeias, incluindo a necessidade de um ambiente regulatório previsível, políticas públicas que incentivem o investimento sustentável e a importância de integrar a sustentabilidade na estratégia, governação e tomada de decisão empresarial.

É através de plataformas como esta que o UN Global Compact continua a promover o diálogo entre o setor empresarial, as Nações Unidas e os decisores europeus, fortalecendo a voz das empresas responsáveis na construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis e resilientes.

Veja as fotografias do evento no nosso Flickr.

Nature Targets Portugal - SBTN Activate - Inscreva-se!

Num contexto em que a biodiversidade e os ecossistemas naturais assumem uma importância crescente para a sustentabilidade, resiliência e competitividade das empresas, a iniciativa Nature Targets Portugal - SBTN Activate,da UN Global Compact Portugal, irá apoiar as empresas portuguesas na sua jornada de integração da natureza nas estratégias empresariais e dar a conhecer as Science Based Targets for Nature.
 
Em parceria com a Science Based Targets Network (SBTN), a Nature Targets Portugal - SBTN Activateirá:
  • Sensibilizar as empresas para as dependências e impactes sobre a natureza e as consequências para a continuidade do negócio;
  • Capacitar as empresas para definir e implementar metas de natureza, promovendo a integração da biodiversidade nas estratégias empresariais;
  • Dar a conhecer as Science Based Targets for Nature (SBT) e o processo de submissão de metas de natureza.

Compromissos das empresas que quiserem fazer parte desta iniciativa:

  • Designar uma pessoa responsável
  • Participar ativamente nos workshops
  • Partilhar boas práticas
  • Integrar a rede de entidades que recebem informação relevante sobre as atividades no âmbito da SBTN
  • Participar na campanha de sensibilização “SBTN Activate” entre Agosto e Dezembro de 2026

Workshops(programados até então):

  1. Biodiversidade,riscos ematerialidade (Setembro)
    • Abordagem aos drivers da perda de biodiversidade
    • Metodologias de avaliação de dependências e impactes.
    • Setores prioritários e cadeia de valor.
    • Relação com os referenciais Corporate Sustainability Reporting Directive e Task Force on Nature-related Financial Disclosures.
    •  

      2. Outubro: Do diagnóstico às Metas SBTN(Outubro)

    • Apresentação do processo de submissão de metas alinhadas com a ciência e respetivas etapas, dados necessários, priorização geográfica.
    • Partilha de exemplos internacionais e sistematização de liçoes aprendidas.
 
Preencha este formuláriopara fazer parte desta Jornada de Biodiversidade!

Peer Learning Groups 2026

Peer Learning Groups em Direitos Humanos

Peer Learning Groups 2026

A UN Global Compact Network Portugal tem o prazer de anunciar o lançamento dos Peer Learning Groups 2026!

Os Peer Learning Groups são um conjunto de sessões online que juntam empresas de múltiplos setores de atividade e dimensão, para promover o debate de questões críticas de sustentabilidade, partilha de desafios e melhores práticas, criando uma rede de aprendizagem entre profissionais de sustentabilidade.

Temas Prioritários para 2026

Em 2026, os Peer Learning Groups centram-se em 4 temas prioritários:

Condições de Participação e Responsabilidades

  • Ser participante UN Global Compact

  • Vagas limitadas a 2 colaboradores por empresa

  • Isento de custo

  • Disponibilidade para participar em pelo menos 2 de 3 sessões

  • Disponibilidade para aprender, partilhar e colaborar com empresas participantes

Cronograma

  • Pequenas e Médias Empresas

    • 29 de abril
    • 6 de maio
    • 13 de maio

    10h00 - 12h00


    Fim das inscrições: 24 de abril

  • Direitos Humanos

    • 20 de maio
    • 27 de maio
    • 3 de junho

    10H00 - 12H00


    Fim das inscrições: 24 de abril 

  • Salário Digno

    • 1 de outubro
    • 8 de outubro
    • 15 de outubro

    10h00 - 12h00


    Fim das Inscrições: 30 de setembro

    •  
  • Transição Justa

    • 22 de outubro
    • 29 de outubro
    • 5 de novembro

    10h00 - 12h00


    Fim das Inscrições: 30 de setembro

Inscrições

Brochura

Peer Learning Groups em Direitos Humanos

Os Peer Learning Groups em Direitos Humanos pretendem discutir sobre os princípios básicos em direitos humanos como o primeiro passo para estabelecer um mecanismo amplo de due diligence que encaixe na estratégia sustentabilidade social das empresas. 

Pretendem também discutir como identificar e avaliar impactos em Direitos Humanos; desenvolver um plano de ação para atuar sobre os riscos; como reportar em matéria de direitos humanos e envolver as partes interessadas necessárias.

UN Global Compact Network Portugal participa na 6ª Conferência Internacional de Ação Coletiva

Nos dias 9 e 10 de junho, o United Nations Global Compact Network Portugal marcou presença na 6th International Collective Action Conference, organizada pelo Basel Institute on Governance, com o apoio da Siemens Integrity Initiative. A Conferência decorreu na cidade de Basileia, na Suiça.

Representado pelo seu Project Manager,Diogo Almeida, o United Nations Global Compact Network Portugal participou nesta conferência internacional que juntou representantes do setor privado, governos, academia e sociedade civil de várias geografias, com o objetivo de explorar como as Ações Coletivas pode contribuir para mercados mais transparentes, íntegros e resilientes.

A agenda incluiu sessões dedicadas a temas como:

🔹 O papel da liderança e na promoção de uma cultura de integridade;

🔹 Tecnologia na prevenção da corrupção e na construção de sistemas mais confiáveis;

🔹 Anticorrupção & Direitos Humanos;

🔹 Desafios enfrentados pelas organizações na implementação de práticas de compliance em contextos complexos;

🔹 Importância de medir resultados e impacto das iniciativas de integridade;

🔹 Papel das PME e das cadeias de valor na promoção de práticas empresariais responsáveis.

 


Neste contexto, o United Nations Global Compact Network Portugal participou também na sessão exclusiva “Collective Action community of practice break-out session”, onde foram partilhadas experiências, boas práticas e aprendizagens sobre a implementação de Ações Coletivas em diferentes contextos.

UN Global Compact Portugal apresenta resultados da primeira fase da Task Force Descarbonização Azul

O United Nations Global Compact Network Portugal apresentou os resultados da primeira fase da Task Force Descarbonização Azul (TFDA), numa reunião realizada no Centro Ismaili, em Lisboa, que reuniu representantes de entidades públicas, empresas, instituições financeiras e especialistas do setor marítimo-portuário nacional. A iniciativa pretende acelerar a transição energética e ambiental do setor marítimo, com foco no transporte marítimo e na atividade portuária.

A sessão de abertura contou com a intervenção de Mário Parra da Silva, Chair of the Board do UN Global Compact Network Portugal, seguindo-se a apresentação dos resultados e recomendações da TFDA por Anabela Vaz Ribeiro, Executive Director da organização.

Ao longo da conferência, foram debatidos temas como o papel da energia e das infraestruturas portuárias, a inovação tecnológica, a eficiência operacional e os mecanismos de financiamento à transição, considerados essenciais para a transformação do setor.

O painel "Energia e Infraestruturas Portuárias: Os Alicerces da Transição Azul" reuniu Marisa Lameiras da Silva, diretora-geral da Direção-Geral de Política do Mar (DGPM); Luisa Menano de Figueiredo, Chief Transformation Officer da Transinsular; António Pessoa, Marine Engineer da TecnoVeritas – Services of Engineering and Systems Technology; Daniel Maré Dias, Vertical Account Manager da Siemens Transport (Air, Rail, Land and Sea); e Jaime Puna, administrador da APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve.

No painel "Investir na Transição Azul: Soluções Inovadoras de Financiamento", participaram Raquel Policarpo, Sustainability Officer do Banco Montepio; Marisa Costa, Head of Sustainability da MysticInvest Holding; Pedro Amaral Frazão, assessor do presidente do Grupo Sousa; e Mário Pinho, secretário-geral da AI Navais – Associação das Indústrias Navais. A moderação esteve a cargo de Joana Anastácio, do UN Global Compact Network Portugal.

A conferência incluiu ainda uma intervenção do secretário de Estado das Pescas e do Mar, Professor Salvador Malheiro, que destacou a importância de alinhar prioridades e mobilizar os diferentes intervenientes para a segunda fase da TFDA.

 

Water Capital

  • Temáticas: Água & Oceano

Water Capital, a água como recurso estratégico

 

A água é um recurso essencial para a vida, para as economias e para as empresas.

Apesar da sua aparente abundância, apenas uma fração da água do planeta está disponível e acessível para consumo humano e atividades económicas. Com as alterações climáticas, a urbanização acelerada e a pressão crescente sobre os ecossistemas, a água disponível tornou-se um recurso cada vez mais escasso e imprevisível. Por esse motivo, nas últimas décadas a gestão estratégica da água passou a integrar a agenda internacional.

E porque a água deixou de ser apenas um recurso operacional e passou a ser um fator crítico de risco e de competitividade, para diversos setores económicos, criámos o Water Capital, uma iniciativa que valoriza a gestão estratégica da água

A Water Capital apoia as empresas a compreender, medir e gerir a água como um ativo estratégico, ligando riscos e decisões de negócio às bacias hidrográficas críticas onde operam em alinhamento com o CEO Water Mandate e com a Estratégia Nacional “Água que nos Une”.

Porquê  Water Capital?

A água é um ativo económico estratégico.

A água é um ativo económico crítico para a criação de valor, a produtividade e a viabilidade dos modelos de negócio. A sua escassez, qualidade e previsibilidade influenciam custos, decisões de investimento, localização de operações e desempenho financeiro. Encará-la como capital significa reconhecê-la como um fator económico estruturante, e não apenas como um recurso operacional.

Fator de risco e resiliência

A água é um dos principais determinantes de risco físico, operacional, financeiro e reputacional. Eventos climáticos extremos, pressão sobre bacias hidrográficas, conflitos de uso e incerteza regulatória afetam diretamente a continuidade das atividades económicas. Tratar a água como capital implica proteger e reforçar a resiliência desse ativo ao longo do tempo.

Capital partilhado e territorial

A água é um capital comum, cuja gestão afeta simultaneamente empresas, comunidades, ecossistemas e territórios. A degradação ou escassez compromete não só o ambiente, mas também a estabilidade económica e social. Uma abordagem de Water Capital reconhece que o valor empresarial depende da saúde dos sistemas hídricos e da cooperação entre utilizadores.

Elemento de gestão e decisão estratégica

Considerar a água como capital exige integrá-la nos processos de gestão, planeamento estratégico, investimento, gestão de risco e reporte, com base em dados, métricas e responsabilidades claras. A água deixa de ser um tema ambiental periférico e passa a ser um critério explícito de decisão, alinhado com políticas públicas e objetivos de longo prazo.

Assente no CEO Water Mandate que resulta da parceria entre o UN Global Compact e o Pacific Institute. A iniciativa apela às empresas para integrarem a gestão responsável da água nas suas operações e cadeias de valor, alinhando a sua atuação com as características das bacias hidrográficas em que operam.

O CEO Water Mandate mobiliza líderes empresariais para enfrentar os desafios globais da água em parceria com as Nações Unidas.

 

Constitui-se como plataforma de compromisso empresarial para gerir a água responsavelmente e para reduzir os riscos críticos relacionados com a água para as empresas.

Link para a página do Water Capital: https://globalcompact.pt/focus-areas/agua-oceano/water-capital

Contacte-nos para mais informações.

Webinar: Como Preencher a CoP - Communication on Progress 2026

  • Hora: 09:00 - 10:00
  • Data Evento: 19-06-2026
  • Formato: Remoto
  • event_name: Como Preencher a CoP - Communication on Progress 2026?
  • tipo: Webinar

Este Webinar tem como objetivo apoiar os participantes UN Global Compact a preencher a Communication on Progress 2026 (CoP 2026). Aproveite este espaço para esclarecer as suas questões sobre este reporte.

Assista à gravação:

https://www.youtube.com/watch?v=XqBXYOp9JHQ

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A UN Global Compact Network Portugal (UN GCNP) é a rede portuguesa do United Nations Global Compact (UNGC), que reúne os participantes da iniciativa com sede ou operações em Portugal.


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